Foi na tarde de Sábado, 6 de Fevereiro, que a Equipa de Interclubes de Seniores Masculinos do CTA B, conseguiu o apuramento para a fase seguinte depois de levar de vencida a equipa da Boa-Hora por 3-2. Os resultados foram os seguintes:
1ºSing: Bruno Pedro vs Tomás Valle Costa 60 62
2ºSing: Luís Ferreira vs João Pedro Santos 16 16
3ºSing: Nuno Espinha vs Francisco Charters 36 16
1ºPar: Luís Ferreira / Lucas Pinto vs João Pedro Santos / Frederico Pereira 63 36 75
2ºPar: Bruno Pedro / Hugo Gonçalves vs Tomás Valle Costa / Francisco Charters 36 75 63
Amanha (Domingo), nossa equipa volta a carga para jogar a ultima jornada deste grupo, apenas para cumprir calendário dado que já estão definidas as posições finais do grupo, sendo os vencedores contemplados a passar a fase seguinte a equipa do CTA B e a equipa do Boa-Hora.
Os jogos de amanha estão marcados para terem início as 11:30 no Complexo de Ténis do Borel, na Amadora. Apareçam!
sábado, fevereiro 06, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Fed Cup 2010 - PORTUGAL VS ROMÉNIA
Portugal perdeu nesta sexta-feira com a Roménia, por 2-1, no último dia do "round robin". A selecção nacional feminina ficou no último lugar da "poule" B e vai ter de disputar, no sábado à tarde, com a Bulgária o "play-off" de relegação do Grupo I da Zona Europa-África da Fed Cup by BNP Paribas, que a Federação Portuguesa de Ténis está a organizar na nave coberta do Jamor, onde ainda decorrem os últimos encontros das "poules" C e D.
Para Portugal garantir a manutenção no Grupo I necessitaria de derrotar a Roménia pelos parciais mais desnivelados possíveis e esperar por uma vitória concludente da Suíça sobre a Croácia. Nesse cenário, a Suíça ficaria destacada na primeira posição da "poule" B e depois haveria três equipas com uma vitória em três derrotas, sendo necessário recorrer ao sistema de desempate.
A Suíça da famosa Patty Schnyder fez o seu papel e derrotou a Croácia, por 3-0, mas Portugal é que não conseguiu vergar a Roménia, sofrendo o seu terceiro desaire seguido, depois do 3-0 de quinta-feira com a Suíça e do 2-1 de quarta-feira com a Croácia.
A "poule" B concluiu-se, portanto, com a Suíça em primeiro, com 3 vitórias e sem derrotas, seguida de Roménia (duas vitórias e uma derrota), Croácia (1-2) e Portugal (0-3). A Suíça qualificou-se para o "play-off" de sábado com vista a um eventual acesso ao Grupo Mundial II, enquanto Portugal vê-se forçado a jogar o "play-off" de relegação. Roménia e Croácia já garantiram a permanência no Grupo I, em 2011.
Maria João Koheler-Simona Halep
No primeiro encontro de singulares da terceira e última jornada da "poule" B, Maria João Koehler perdeu com Simona Halep, por 6-4 e 6-1, em uma hora e 21 minutos.
Foi a estreia da portuense de 17 anos, 509.ª do "ranking" mundial, em encontros de singulares na selecção nacional da Fed Cup.
As 11 duplas-faltas cometidas demonstram o nervosismo que tanto a própria Maria João como o seleccionador nacional, Pedro Cordeiro, admitiram ter minado a sua prestação. Aliás, o serviço acabou por ser o calcanhar de Aquiles da agradável exibição da portuguesa, que até empolgou o público (no qual se encontrava o secretário de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino Dias), pela garra e pelo jogo declaradamente de ataque.
"A Koehler jogou muito bem no início e creio que até jogou melhor do que a Halep até aos 4-4, mas, nessa altura, verificou-se que a portuguesa tinha menor experiência. Aos 4-4, a Halep não tremeu, ganhou o primeiro ‘set’ e, a partir desse momento, o encontro ficou resolvido", disse Irina Spirlea, a famosa seleccionadora da Roménia que, em 1997, chegou a andar pelo sétimo lugar do "ranking" mundial.
Pedro Cordeiro considerou "normal que a Maria João tivesse entrado um pouco nervosa".
"Mas ela teve excelente prestação e houve sete jogos em que teve ponto para ganhar e acabou por perder. Bastava que alguns desses jogos tivessem calhado para o seu lado para que a história do encontro pudesse ter sido diferente. Falhou por alguma ansiedade e por obviamente estar a jogar pela primeira vez na Fed Cup", referiu.
As estatísticas dão razão ao seleccionador: no primeiro "set" houve seis jogos decididos nas vantagens e no segundo "set" foram cinco. Halep soube, sobretudo, jogar melhor nos momentos importantes, o que não é de admirar, tendo em conta que é a 187.ª tenista mundial e já conta no seu palmarés com seis títulos de singulares da Federação Internacional de Ténis.
"Entrei nervosa por ter sido o meu primeiro singular na Fed Cup, mas dei o máximo até ao fim e fiquei satisfeita pelo desempenho, embora gostasse de ter justificado melhor o voto de confiança que me foi dado", disse Maria João Koheler, que substituiu Neuza Silva como titular de singulares.
Michelle Brito-Alexandra Dulgheru
No segundo encontro de singulares, Michelle Brito soçobrou diante de Alexandra Dulgheru, por 6-0, 5-7 e 6-2, em uma hora e 57 minutos de jogo, com o "court" central a abarrotar, incluindo-se entre os espectadores as judocas Telma Monteiro (vice-campeã mundial) e Leandra Freitas, que, no final do dia, confraternizaram com toda a selecção nacional, com direito a troca de autógrafos.
Foi, sem dúvida, a exibição mais agradável da jovem portuguesa de 17 anos, residente nos Estados Unidos, e não podemos esquecer que, pela frente, teve a 54.ª tenista mundial que, na época passada, se notabilizou por tornar-se apenas na quinta jogadora da história a vencer um torneio do WTA Tour (Varsóvia), depois de ter vindo do "qualifying", e estando entre as 200 primeiras do ‘ranking’ mundial.
Michelle Brito "entrou mal em jogo", como reconheceu Pedro Cordeiro. Irina Spirlea disse mesmo que "ela nem esteve em campo". Em meia-hora, encaixou um sempre desagradável 6-0, mas, ao contrário do sucedido no primeiro dia, não baixou os braços e foi à luta.
O segundo "set" da número um portuguesa e 116.ª mundial foi um regalo de ténis ofensivo do fundo do "court". Uma exibição de constante agressão sem perder em consistência e até com direito a algumas aberturas de ângulo.
"A Michelle é incrível. Nunca se sabe o que vai fazer, se a bola vai dentro ou fora. Pode ter meia-hora excelente como no segundo ‘set’, mas a minha jogadora teve o mérito de manter-se sempre na luta. No terceiro ‘set’, a Alexandra conseguiu fazer o tipo de jogo variado que dificulta uma jogadora com as características da Michelle, sobretudo com alternâncias de bolas altas e baixas, compridas e curtas", comentou Irina Spirlea.
"O momento-chave do encontro foi o primeiro jogo do terceiro ‘set’. Ela teve quatro pontos para fechar esse jogo e não conseguiu. A partir daí, andou sempre a correr atrás do resultado", analisou o "capitão" luso.
"Hoje foi ainda melhor do que nos dias anteriores. Ter ganho o segundo ‘set’ foi muito importante para mim, mesmo tendo perdido o encontro. É um sinal de que estou a superar aquela 'crise' dos últimos meses. Vejo que a minha garra está a voltar e sinto que amanhã [sábado] será um grande dia", assegurou Michelle Brito.
Neuza Silva e Maria João Koehler - um par inédito
O encontro de pares deu a Portugal a sua segunda vitória em nove encontros disputados neste "round robin". Pedro Cordeiro decidiu experimentar uma dupla inédita e chamou Neuza Silva e Maria João Koehler.
A combinação da potência da portuense com o conhecimento do jogo de pares e a boa cobertura de rede da setubalense resultou num triunfo de 7-5 e 7-5, em duas horas e sete minutos, sobre Ioana-Raluca Olaru e Irina Begu.
Olaru é a 71.ª tenista mundial, a segunda melhor romena das que estão presentes, jogou singulares no primeiro dia e seria de esperar que pudesse ter defrontado hoje Koehler, mas Irina Spirlea explicou que a tenista "ficou descontente com a sua exibição na primeira jornada [perdeu com a suíça Sadikovic, em três ‘sets’] e já não vinha contente da Austrália".
"Por essa razão, ela pediu para não jogar mais singulares até ao final da semana e, como a Halep estava a jogar bem, o seu pedido foi aceite. A verdade é que a Halep ganhou nos dois dias em que foi chamada aos singulares. A Olaru transitou assim para os pares", sublinhou.
Mas nem a experiência desta "top-100" mundial valeu frente à fogosa equipa portuguesa, que mostrou também excelente comunicação com o público.
"É importante haver disponibilidade e qualidade entre as quatro jogadoras para os pares, porque é um encontro que, muitas vezes, é decisivo. Estamos todas as jogar bem. Gostei de jogar com a Michelle no primeiro dia e dei-me bem com a Maria João hoje 8sexta-feira], mesmo tendo sido a primeira vez que jogámos juntas. Também no passado actuei ao lado da Frederica com bons resultados", disse Neuza Silva, que não atribui relevância ao facto de ter estado em ambas as vitórias portuguesas: "O importante é que Portugal ganhou e não quem jogou".
IN FPT
Para Portugal garantir a manutenção no Grupo I necessitaria de derrotar a Roménia pelos parciais mais desnivelados possíveis e esperar por uma vitória concludente da Suíça sobre a Croácia. Nesse cenário, a Suíça ficaria destacada na primeira posição da "poule" B e depois haveria três equipas com uma vitória em três derrotas, sendo necessário recorrer ao sistema de desempate.
A Suíça da famosa Patty Schnyder fez o seu papel e derrotou a Croácia, por 3-0, mas Portugal é que não conseguiu vergar a Roménia, sofrendo o seu terceiro desaire seguido, depois do 3-0 de quinta-feira com a Suíça e do 2-1 de quarta-feira com a Croácia.
A "poule" B concluiu-se, portanto, com a Suíça em primeiro, com 3 vitórias e sem derrotas, seguida de Roménia (duas vitórias e uma derrota), Croácia (1-2) e Portugal (0-3). A Suíça qualificou-se para o "play-off" de sábado com vista a um eventual acesso ao Grupo Mundial II, enquanto Portugal vê-se forçado a jogar o "play-off" de relegação. Roménia e Croácia já garantiram a permanência no Grupo I, em 2011.
Maria João Koheler-Simona Halep
No primeiro encontro de singulares da terceira e última jornada da "poule" B, Maria João Koehler perdeu com Simona Halep, por 6-4 e 6-1, em uma hora e 21 minutos.
Foi a estreia da portuense de 17 anos, 509.ª do "ranking" mundial, em encontros de singulares na selecção nacional da Fed Cup.
As 11 duplas-faltas cometidas demonstram o nervosismo que tanto a própria Maria João como o seleccionador nacional, Pedro Cordeiro, admitiram ter minado a sua prestação. Aliás, o serviço acabou por ser o calcanhar de Aquiles da agradável exibição da portuguesa, que até empolgou o público (no qual se encontrava o secretário de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino Dias), pela garra e pelo jogo declaradamente de ataque.
"A Koehler jogou muito bem no início e creio que até jogou melhor do que a Halep até aos 4-4, mas, nessa altura, verificou-se que a portuguesa tinha menor experiência. Aos 4-4, a Halep não tremeu, ganhou o primeiro ‘set’ e, a partir desse momento, o encontro ficou resolvido", disse Irina Spirlea, a famosa seleccionadora da Roménia que, em 1997, chegou a andar pelo sétimo lugar do "ranking" mundial.
Pedro Cordeiro considerou "normal que a Maria João tivesse entrado um pouco nervosa".
"Mas ela teve excelente prestação e houve sete jogos em que teve ponto para ganhar e acabou por perder. Bastava que alguns desses jogos tivessem calhado para o seu lado para que a história do encontro pudesse ter sido diferente. Falhou por alguma ansiedade e por obviamente estar a jogar pela primeira vez na Fed Cup", referiu.
As estatísticas dão razão ao seleccionador: no primeiro "set" houve seis jogos decididos nas vantagens e no segundo "set" foram cinco. Halep soube, sobretudo, jogar melhor nos momentos importantes, o que não é de admirar, tendo em conta que é a 187.ª tenista mundial e já conta no seu palmarés com seis títulos de singulares da Federação Internacional de Ténis.
"Entrei nervosa por ter sido o meu primeiro singular na Fed Cup, mas dei o máximo até ao fim e fiquei satisfeita pelo desempenho, embora gostasse de ter justificado melhor o voto de confiança que me foi dado", disse Maria João Koheler, que substituiu Neuza Silva como titular de singulares.
Michelle Brito-Alexandra Dulgheru
No segundo encontro de singulares, Michelle Brito soçobrou diante de Alexandra Dulgheru, por 6-0, 5-7 e 6-2, em uma hora e 57 minutos de jogo, com o "court" central a abarrotar, incluindo-se entre os espectadores as judocas Telma Monteiro (vice-campeã mundial) e Leandra Freitas, que, no final do dia, confraternizaram com toda a selecção nacional, com direito a troca de autógrafos.
Foi, sem dúvida, a exibição mais agradável da jovem portuguesa de 17 anos, residente nos Estados Unidos, e não podemos esquecer que, pela frente, teve a 54.ª tenista mundial que, na época passada, se notabilizou por tornar-se apenas na quinta jogadora da história a vencer um torneio do WTA Tour (Varsóvia), depois de ter vindo do "qualifying", e estando entre as 200 primeiras do ‘ranking’ mundial.
Michelle Brito "entrou mal em jogo", como reconheceu Pedro Cordeiro. Irina Spirlea disse mesmo que "ela nem esteve em campo". Em meia-hora, encaixou um sempre desagradável 6-0, mas, ao contrário do sucedido no primeiro dia, não baixou os braços e foi à luta.
O segundo "set" da número um portuguesa e 116.ª mundial foi um regalo de ténis ofensivo do fundo do "court". Uma exibição de constante agressão sem perder em consistência e até com direito a algumas aberturas de ângulo.
"A Michelle é incrível. Nunca se sabe o que vai fazer, se a bola vai dentro ou fora. Pode ter meia-hora excelente como no segundo ‘set’, mas a minha jogadora teve o mérito de manter-se sempre na luta. No terceiro ‘set’, a Alexandra conseguiu fazer o tipo de jogo variado que dificulta uma jogadora com as características da Michelle, sobretudo com alternâncias de bolas altas e baixas, compridas e curtas", comentou Irina Spirlea.
"O momento-chave do encontro foi o primeiro jogo do terceiro ‘set’. Ela teve quatro pontos para fechar esse jogo e não conseguiu. A partir daí, andou sempre a correr atrás do resultado", analisou o "capitão" luso.
"Hoje foi ainda melhor do que nos dias anteriores. Ter ganho o segundo ‘set’ foi muito importante para mim, mesmo tendo perdido o encontro. É um sinal de que estou a superar aquela 'crise' dos últimos meses. Vejo que a minha garra está a voltar e sinto que amanhã [sábado] será um grande dia", assegurou Michelle Brito.
Neuza Silva e Maria João Koehler - um par inédito
O encontro de pares deu a Portugal a sua segunda vitória em nove encontros disputados neste "round robin". Pedro Cordeiro decidiu experimentar uma dupla inédita e chamou Neuza Silva e Maria João Koehler.
A combinação da potência da portuense com o conhecimento do jogo de pares e a boa cobertura de rede da setubalense resultou num triunfo de 7-5 e 7-5, em duas horas e sete minutos, sobre Ioana-Raluca Olaru e Irina Begu.
Olaru é a 71.ª tenista mundial, a segunda melhor romena das que estão presentes, jogou singulares no primeiro dia e seria de esperar que pudesse ter defrontado hoje Koehler, mas Irina Spirlea explicou que a tenista "ficou descontente com a sua exibição na primeira jornada [perdeu com a suíça Sadikovic, em três ‘sets’] e já não vinha contente da Austrália".
"Por essa razão, ela pediu para não jogar mais singulares até ao final da semana e, como a Halep estava a jogar bem, o seu pedido foi aceite. A verdade é que a Halep ganhou nos dois dias em que foi chamada aos singulares. A Olaru transitou assim para os pares", sublinhou.
Mas nem a experiência desta "top-100" mundial valeu frente à fogosa equipa portuguesa, que mostrou também excelente comunicação com o público.
"É importante haver disponibilidade e qualidade entre as quatro jogadoras para os pares, porque é um encontro que, muitas vezes, é decisivo. Estamos todas as jogar bem. Gostei de jogar com a Michelle no primeiro dia e dei-me bem com a Maria João hoje 8sexta-feira], mesmo tendo sido a primeira vez que jogámos juntas. Também no passado actuei ao lado da Frederica com bons resultados", disse Neuza Silva, que não atribui relevância ao facto de ter estado em ambas as vitórias portuguesas: "O importante é que Portugal ganhou e não quem jogou".
IN FPT
INTERCLUBES
Neste próximo fim-de-semana haverá jornada tripla!
Sábado os Seniores Masculinos deslocam-se a Ajuda para defrontar a equipa da Boa-Hora pelas 14:00h, e no domingo jogam em "casa" no Complexo de Ténis do Borel contra o CTTorresVedras pelas 11:30h
Basta o CTA sair vitorioso em uma das jornadas para conseguir o apuramento para a fase seguinte (recordo que os interclubes têm 3fases (1ªfase regional, 2ªfase regional onde se defrontam as equipas que passaram de cada grupo, e 3ªfase que é a fase nacional onde se pode lutar pela ascensão à 2ªDivisão).
Por fim, a equipa de Seniores Feminina também entra em campo, no domingo pelas 14:00h na Expo onde vai defrontar a equipa do ETJaimeCaldeira. Para a nossa equipa poder sonhar com a qualificação neste grupo, terá que vencer obrigatoriamente esta jornada.
Contamos com o vosso apoio!
Sábado os Seniores Masculinos deslocam-se a Ajuda para defrontar a equipa da Boa-Hora pelas 14:00h, e no domingo jogam em "casa" no Complexo de Ténis do Borel contra o CTTorresVedras pelas 11:30h
Basta o CTA sair vitorioso em uma das jornadas para conseguir o apuramento para a fase seguinte (recordo que os interclubes têm 3fases (1ªfase regional, 2ªfase regional onde se defrontam as equipas que passaram de cada grupo, e 3ªfase que é a fase nacional onde se pode lutar pela ascensão à 2ªDivisão).
Por fim, a equipa de Seniores Feminina também entra em campo, no domingo pelas 14:00h na Expo onde vai defrontar a equipa do ETJaimeCaldeira. Para a nossa equipa poder sonhar com a qualificação neste grupo, terá que vencer obrigatoriamente esta jornada.
Contamos com o vosso apoio!
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Queres entrar em campo com o Roger Federer?
Encontram-se abertas as inscrições para quem quiser participar no Estoril Open 2010 como Apanha-Bolas ou Juiz-de-Linha. Para os interessados, é favor contactar-me atraves do luisferreira_7@hotmail.com para adquirir a restante informação (via PDF) precisa para efectuar inscrição e saber das suas condições.
Peço que divulguem entre os vossos filhos/as, familiares, amigos...e outros potenciais interessados.
Na foto, está o respectivo cartaz.
Peço que divulguem entre os vossos filhos/as, familiares, amigos...e outros potenciais interessados.
Na foto, está o respectivo cartaz.
Fed Cup 2010 - PORTUGAL VS SUIÇA
Portugal cedeu nesta quinta-feira frente à Suíça, por 3-0, na segunda jornada do Grupo I da Zona Europa-África da Fed Cup by BNP Paribas, e deixou de ter hipóteses matemáticas de ascender, em 2011, ao Grupo Mundial II da mais importante competição mundial de ténis entre selecções nacionais femininas.
O Grupo I, com 16 países participantes, está a ser organizado pela Federação Portuguesa de Ténis, na nova nave de campos cobertos do Centro Desportivo Nacional do Jamor, e termina no próximo sábado, com os "play-offs" decisivos, quer para uma eventual subida de divisão, quer para a relegação ao Grupo II.
Em contrapartida, embora a tarefa primordial de manutenção de Portugal nesta autêntica III Divisão mundial esteja cada vez mais complicada, há ainda mais duas hipóteses de consegui-lo, na sexta-feira, frente à Roménia, ou no "play-off" de sábado.
Michelle Brito-Patty Schnyder
Um dia depois de ter perdido com a Croácia, por 2-1, a selecção nacional enfrentou a Suíça, a nação cabeça-de-série da "poule" B, liderada pela antiga n.º 7 mundial, Patty Schnyder.
Num ‘court' central quase cheio, com a bancada principal a ser animada por grupos de estudantes dos ensinos básico e secundário do concelho de Oeiras, o prato forte do dia foi, sem dúvida, o embate entre a n.º 1 portuguesa, Michelle Brito, 116.ª do ‘ranking’ mundial, e Patty Schnyder, actual 44.ª e ex-semifinalista do Open da Austrália.
O contraste de estilos evidente foi favorável à veterana de 31 anos, mais experiente, calma, consistente e com um ténis mais variado em efeitos de bola e abertura de ângulos, sabendo usar o facto de ser “canhota”.
Apesar do enorme apoio que recebeu, Michelle Brito perdeu por 6-2 e 6-4, em 75 minutos, num duelo em que cometeu oito duplas-faltas, três das quais logo no primeiro jogo.
"As duplas-faltas fizeram a diferença no primeiro ‘set’. O segundo foi mais equilibrado, mas a Patty fez valer a sua experiência superior. São muitos anos a jogar Fed Cup", comentou Christiane Jolissaint, "capitã" da equipa helvética, que ficou impressionada com a jovem portuguesa, de 17 anos: "Tem uma boa batida de bola, forte, é uma lutadora, com muita garra e é pena que falhe tanto. Creio que poderia tirar mais partido do seu jogo do fundo do ‘court’ se subisse mais à rede. Mas o resultado não demonstra a qualidade do encontro".
Patty Schnyder concordou com a sua seleccionadora: "É uma jogadora com uma grande experiência competitiva para a idade jovem que tem. É evidente que tem potencial e futuro".
Um elogio destes, vindo de uma jogadora que já venceu 11 títulos do WTA Tour, não poderia deixar Michelle Larcher de Brito indiferente: "É bom que digam isso e, é claro, ajuda saber que jogadoras que conseguiram tanto como ela fazem-me esses elogios. É sinal que faço alguma coisa que lhes desperta a atenção. Sei que tenho uma garra e uma força que muitas jogadoras não têm. Nestes últimos meses, tenho apresentado níveis de confiança em baixo. Não gosto tanto da palavra crise, mas estes encontros da Fed Cup têm ajudado a recuperá-la".
No fundo, como explicou Pedro Cordeiro, a experiência de Schnyder marcou a diferença: "Sabia que iria ser difícil, apesar de a Michelle já ter derrotado jogadoras deste nível, mas a Schnyder tem 31 anos e fez o quanto baste para ganhar".
Neuza Silva-Amra Sadikovic
O desaire de Michelle Brito ditou a derrota de Portugal, dado que, no primeiro encontro de singulares do dia, Neuza Silva, a 201.ª tenista mundial, tombou diante de Amra Sadikovic (374.ª no WTA Tour), por 6-4 e 6-1, em apenas 59 minutos.
"É uma jogadora complicada para mim, porque tem um bom serviço e faz serviço-vólei. Tentei contrariar com bolas nos pés, mas ela levava a lição bem estudada e tentou não alargar os pontos. Fisicamente, também me senti mais pesada de pernas, depois dos dois encontros de hoje, o que é natural por estarmos em início de época", comentou Neuza Silva.
O seleccionador nacional, Pedro Cordeiro, foi surpreendido pelo 2-0 desfavorável a Portugal: "Pensava decidir o confronto nos pares, mas a Neuza entrou muito nervosa e depois de ter perdido o primeiro jogo em que esteve a ganhar por 40-15 bloqueou".
Christiane Jolissaint, a "capitã" da Suíça, preferiu elogiar a sua própria jogadora: "A Amra jogou muito bem. É uma tenista em nítido crescimento competitivo e tinha estado muito bem na véspera, o que a motivou para o encontro com Portugal. Mas creio que, para além disso, ela provou que é mais completa do que a Neuza e soube colocar sempre muita pressão na vossa jogadora".
Frederica Piedade e Maria João Koehler nos pares
Tal como no primeiro dia, a única esperança de um ponto de honra nacional residiu nos pares e, dado Neuza Silva e Michelle Brito manifestarem evidentes sinais de desgaste físico, Pedro Cordeiro chamou Frederica Piedade e Maria João Koehler que se estrearam enquanto equipa de duplas na Fed Cup.
As portuguesas foram uma agradável surpresa, com um jogo agressivo, baseado nos bons serviços de Koehler e na eficaz cobertura da rede de Piedade. As suíças Amra Sadikovic e Sarah Moundir acabaram por vencer por 7-5, 5-7 e 6-4, mas Portugal poderia ter ganho, já que liderou o primeiro e o terceiro "set", sempre por 4-2.
"Foi um encontro equilibrado e deixou boas indicações para o futuro", comentou o seleccionador nacional.
"Senti-me bem ao lado da Frederica, que era uma referência minha quando era miúda", disse Maria João Koehler, a actual campeã nacional, recordando-se dos tempos em que via Frederica ganhar Campeonatos Nacionais e títulos internacionais.
"A Maria João está com um ritmo elevado, tem uma motivação forte e luta em todos os pontos, o que faz com que seja fácil jogar ao lado dela", concluiu Frederica Piedade, que tem jogado pares na selecção ao lado de quase todas as “internacionais” lusas da última década.
IN FPT
O Grupo I, com 16 países participantes, está a ser organizado pela Federação Portuguesa de Ténis, na nova nave de campos cobertos do Centro Desportivo Nacional do Jamor, e termina no próximo sábado, com os "play-offs" decisivos, quer para uma eventual subida de divisão, quer para a relegação ao Grupo II.
Em contrapartida, embora a tarefa primordial de manutenção de Portugal nesta autêntica III Divisão mundial esteja cada vez mais complicada, há ainda mais duas hipóteses de consegui-lo, na sexta-feira, frente à Roménia, ou no "play-off" de sábado.
Michelle Brito-Patty Schnyder
Um dia depois de ter perdido com a Croácia, por 2-1, a selecção nacional enfrentou a Suíça, a nação cabeça-de-série da "poule" B, liderada pela antiga n.º 7 mundial, Patty Schnyder.
Num ‘court' central quase cheio, com a bancada principal a ser animada por grupos de estudantes dos ensinos básico e secundário do concelho de Oeiras, o prato forte do dia foi, sem dúvida, o embate entre a n.º 1 portuguesa, Michelle Brito, 116.ª do ‘ranking’ mundial, e Patty Schnyder, actual 44.ª e ex-semifinalista do Open da Austrália.
O contraste de estilos evidente foi favorável à veterana de 31 anos, mais experiente, calma, consistente e com um ténis mais variado em efeitos de bola e abertura de ângulos, sabendo usar o facto de ser “canhota”.
Apesar do enorme apoio que recebeu, Michelle Brito perdeu por 6-2 e 6-4, em 75 minutos, num duelo em que cometeu oito duplas-faltas, três das quais logo no primeiro jogo.
"As duplas-faltas fizeram a diferença no primeiro ‘set’. O segundo foi mais equilibrado, mas a Patty fez valer a sua experiência superior. São muitos anos a jogar Fed Cup", comentou Christiane Jolissaint, "capitã" da equipa helvética, que ficou impressionada com a jovem portuguesa, de 17 anos: "Tem uma boa batida de bola, forte, é uma lutadora, com muita garra e é pena que falhe tanto. Creio que poderia tirar mais partido do seu jogo do fundo do ‘court’ se subisse mais à rede. Mas o resultado não demonstra a qualidade do encontro".
Patty Schnyder concordou com a sua seleccionadora: "É uma jogadora com uma grande experiência competitiva para a idade jovem que tem. É evidente que tem potencial e futuro".
Um elogio destes, vindo de uma jogadora que já venceu 11 títulos do WTA Tour, não poderia deixar Michelle Larcher de Brito indiferente: "É bom que digam isso e, é claro, ajuda saber que jogadoras que conseguiram tanto como ela fazem-me esses elogios. É sinal que faço alguma coisa que lhes desperta a atenção. Sei que tenho uma garra e uma força que muitas jogadoras não têm. Nestes últimos meses, tenho apresentado níveis de confiança em baixo. Não gosto tanto da palavra crise, mas estes encontros da Fed Cup têm ajudado a recuperá-la".
No fundo, como explicou Pedro Cordeiro, a experiência de Schnyder marcou a diferença: "Sabia que iria ser difícil, apesar de a Michelle já ter derrotado jogadoras deste nível, mas a Schnyder tem 31 anos e fez o quanto baste para ganhar".
Neuza Silva-Amra Sadikovic
O desaire de Michelle Brito ditou a derrota de Portugal, dado que, no primeiro encontro de singulares do dia, Neuza Silva, a 201.ª tenista mundial, tombou diante de Amra Sadikovic (374.ª no WTA Tour), por 6-4 e 6-1, em apenas 59 minutos.
"É uma jogadora complicada para mim, porque tem um bom serviço e faz serviço-vólei. Tentei contrariar com bolas nos pés, mas ela levava a lição bem estudada e tentou não alargar os pontos. Fisicamente, também me senti mais pesada de pernas, depois dos dois encontros de hoje, o que é natural por estarmos em início de época", comentou Neuza Silva.
O seleccionador nacional, Pedro Cordeiro, foi surpreendido pelo 2-0 desfavorável a Portugal: "Pensava decidir o confronto nos pares, mas a Neuza entrou muito nervosa e depois de ter perdido o primeiro jogo em que esteve a ganhar por 40-15 bloqueou".
Christiane Jolissaint, a "capitã" da Suíça, preferiu elogiar a sua própria jogadora: "A Amra jogou muito bem. É uma tenista em nítido crescimento competitivo e tinha estado muito bem na véspera, o que a motivou para o encontro com Portugal. Mas creio que, para além disso, ela provou que é mais completa do que a Neuza e soube colocar sempre muita pressão na vossa jogadora".
Frederica Piedade e Maria João Koehler nos pares
Tal como no primeiro dia, a única esperança de um ponto de honra nacional residiu nos pares e, dado Neuza Silva e Michelle Brito manifestarem evidentes sinais de desgaste físico, Pedro Cordeiro chamou Frederica Piedade e Maria João Koehler que se estrearam enquanto equipa de duplas na Fed Cup.
As portuguesas foram uma agradável surpresa, com um jogo agressivo, baseado nos bons serviços de Koehler e na eficaz cobertura da rede de Piedade. As suíças Amra Sadikovic e Sarah Moundir acabaram por vencer por 7-5, 5-7 e 6-4, mas Portugal poderia ter ganho, já que liderou o primeiro e o terceiro "set", sempre por 4-2.
"Foi um encontro equilibrado e deixou boas indicações para o futuro", comentou o seleccionador nacional.
"Senti-me bem ao lado da Frederica, que era uma referência minha quando era miúda", disse Maria João Koehler, a actual campeã nacional, recordando-se dos tempos em que via Frederica ganhar Campeonatos Nacionais e títulos internacionais.
"A Maria João está com um ritmo elevado, tem uma motivação forte e luta em todos os pontos, o que faz com que seja fácil jogar ao lado dela", concluiu Frederica Piedade, que tem jogado pares na selecção ao lado de quase todas as “internacionais” lusas da última década.
IN FPT
Fed Cup 2010 PORTUGAL VS CROÁCIA
Neuza Silva vs Alja Tomljnovic 6-7 (6) 4-6
Num jogo muito equilibrado e bem disputado de fundo de court, Neuza Silva foi incapaz de contrariar a jovem tenista croata Alja Tomljanovic, actual 246º do ranking WTA. Neuza cedeu pelos parciais de 6-7(6) e 4-6, num encontro que demorou perto de duas horas.
A tenista portuguesa esteve muito perto de vencer o primeiro set e chegou mesmo a dispor de três set-points consecutivos a 6-3 do tie-break. No entanto, Neuza acabaria por ceder cinco pontos consecutivos e ceder um parcial que se revelaria fundamental para o desenrolar do encontro.
No segundo set, o equilíbrio continuou como nota dominante. A servir para se manter em jogo a 4-5, Neuza não conseguiu suster o ímpeto da rival e acabou por perder ao terceiro match-point.
Michelle Larcher de Brito vs Petra Martic 4-6 1-6
No segundo encontro de singulares, que contou com casa cheia no Court Central do Complexo Indoor do Jamor, Michelle Larcher de Brito cedeu diante Petra Martic (nº82 WTA) por concludentes 6-4 6-1 em apenas 1 hora de encontro.
A portuguesa entrou bem, batendo muito forte na bola e fazendo muitos winners que lhe possibilitaram liderar o marcador por 3-1 e 4-2. No entanto, os problemas no serviço voltaram e embora o número de duplas faltas tenha sido abaixo do habitual, a croata nunca revelou muitos problemas para quebrar o serviço à tenista lusa.
Depois de um primeiro parcial muito nivelado, o 2º foi de sentido único com Michelle a nunc revelar atitude e capacidade para dar a volta ao resultado, que foi tranquilamente fechado ao cabo de 1 hora de encontro.
Michelle Larcher de Brito/Neuza Silva vs Alja Tomljavonic/Jelena Kostanic Tosic 7-5, 6-4
Depois de terem perdido os repectivos encontros de singulares, Neuza Silva e Michelle Larcher de Brito redimiram-se no encontro de pares, ao somarem a primeira vitória de Portugal. Em caso de empate nesta Poule C, este resultado pode vir a revelar-se de extrema importância para a equipa portuguesa.
Michelle e Neuza venceram o par composto por Alja Tomljavonic e Jelena Kostanic Tosic pelos parciais de 7-5 e 6-4. A vitória foi selada apenas ao quarto match-point, após os três primeiros terem sido desperdiçados com três respostas falhadas de Michelle Brito.
Amanhã a selecção portuguesa volta a court para defrontar a equipa suíça, que hoje sofreu uma inesperada derrota frente à Roménia. Os duelos terão lugar no court nº2.
In: bolamarela.com
Num jogo muito equilibrado e bem disputado de fundo de court, Neuza Silva foi incapaz de contrariar a jovem tenista croata Alja Tomljanovic, actual 246º do ranking WTA. Neuza cedeu pelos parciais de 6-7(6) e 4-6, num encontro que demorou perto de duas horas.
A tenista portuguesa esteve muito perto de vencer o primeiro set e chegou mesmo a dispor de três set-points consecutivos a 6-3 do tie-break. No entanto, Neuza acabaria por ceder cinco pontos consecutivos e ceder um parcial que se revelaria fundamental para o desenrolar do encontro.
No segundo set, o equilíbrio continuou como nota dominante. A servir para se manter em jogo a 4-5, Neuza não conseguiu suster o ímpeto da rival e acabou por perder ao terceiro match-point.
Michelle Larcher de Brito vs Petra Martic 4-6 1-6
No segundo encontro de singulares, que contou com casa cheia no Court Central do Complexo Indoor do Jamor, Michelle Larcher de Brito cedeu diante Petra Martic (nº82 WTA) por concludentes 6-4 6-1 em apenas 1 hora de encontro.
A portuguesa entrou bem, batendo muito forte na bola e fazendo muitos winners que lhe possibilitaram liderar o marcador por 3-1 e 4-2. No entanto, os problemas no serviço voltaram e embora o número de duplas faltas tenha sido abaixo do habitual, a croata nunca revelou muitos problemas para quebrar o serviço à tenista lusa.
Depois de um primeiro parcial muito nivelado, o 2º foi de sentido único com Michelle a nunc revelar atitude e capacidade para dar a volta ao resultado, que foi tranquilamente fechado ao cabo de 1 hora de encontro.
Michelle Larcher de Brito/Neuza Silva vs Alja Tomljavonic/Jelena Kostanic Tosic 7-5, 6-4
Depois de terem perdido os repectivos encontros de singulares, Neuza Silva e Michelle Larcher de Brito redimiram-se no encontro de pares, ao somarem a primeira vitória de Portugal. Em caso de empate nesta Poule C, este resultado pode vir a revelar-se de extrema importância para a equipa portuguesa.
Michelle e Neuza venceram o par composto por Alja Tomljavonic e Jelena Kostanic Tosic pelos parciais de 7-5 e 6-4. A vitória foi selada apenas ao quarto match-point, após os três primeiros terem sido desperdiçados com três respostas falhadas de Michelle Brito.
Amanhã a selecção portuguesa volta a court para defrontar a equipa suíça, que hoje sofreu uma inesperada derrota frente à Roménia. Os duelos terão lugar no court nº2.
In: bolamarela.com
terça-feira, fevereiro 02, 2010
FED CUP
No primeiro dia do torneio do Grupo I da Zona Europa/África da Fed Cup, que se prolonga até sábado no Jamor, a selecção de Portugal defronta a representação da Croácia, no “court” central, a partir das 10 horas, em confronto da jornada inaugural da “poule” B.
O outro embate da “poule” B programado para esta quarta-feira, entre a Suíça e a Roménia, inicia-se à mesma hora, no “court” 1 do CAR.
O primeiro encontro de singulares da “poule” A também tem início às 10 horas, estando em confronto Israel e Eslovénia (“court” 2) e Holanda e Bulgária (“court” 3).
Na parte da tarde, a partir das 16 horas, disputa-se a primeira jornada das “poules” C e D.
No que se refere à “poule” C, no “court” central jogam Suécia e Dinamarca e no “court” 2 a Hungria defronta a Letónia.
Na “poule” D, a Bielorrússia e Áustria actuam no “court” 1 e Grã-Bretanha e Bósnia-Herzegovina no “court” 3.
Em cada confronto, cada selecção realiza dois jogos de singulares e um de pares. Todos os encontros disputam-se à melhor de três partidas, com “tie-break” em todas elas.
In:FPT
O outro embate da “poule” B programado para esta quarta-feira, entre a Suíça e a Roménia, inicia-se à mesma hora, no “court” 1 do CAR.
O primeiro encontro de singulares da “poule” A também tem início às 10 horas, estando em confronto Israel e Eslovénia (“court” 2) e Holanda e Bulgária (“court” 3).
Na parte da tarde, a partir das 16 horas, disputa-se a primeira jornada das “poules” C e D.
No que se refere à “poule” C, no “court” central jogam Suécia e Dinamarca e no “court” 2 a Hungria defronta a Letónia.
Na “poule” D, a Bielorrússia e Áustria actuam no “court” 1 e Grã-Bretanha e Bósnia-Herzegovina no “court” 3.
Em cada confronto, cada selecção realiza dois jogos de singulares e um de pares. Todos os encontros disputam-se à melhor de três partidas, com “tie-break” em todas elas.
In:FPT
Subscrever:
Mensagens (Atom)
